Sobre mim

Nasci em São Paulo.

15590270_1298299886894924_2830891641313182550_n

Em Abril. Dia 11. Em 1997. Para quem gosta de horóscopo: Áries.

Estudei do jardim ao ensino médio em escola pública.

Sou  graduando bolsista do ProUni em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Bom, sou o Victhor – Victhor Ruas Fabiano.

 

 

pucemnoticias
Na edição #84 do PUC em Notícias. Veja aqui!

 

 

 

Quando pequeno, sempre gostei de criar. Criava cidades, construções, histórias e conflitos. Cantava, bastante. Também desenhava, mas nada artístico: apenas cenários que ilustrariam minhas histórias. A paixão pela imensidão já me despertou o interesse pela Astronomia, mas… digamos… eu não me dou muito bem com números. A paixão pelas letras alimentou meu trabalho na literatura. Hoje, meus livros respondem concretamente à paixão que tenho por isso que estou fazendo agora, escrevendo.

 

1978747_637470832991520_2103791239_n
Veja mais! Clique.

Em 2010 me encantei pela possibilidade de inventar histórias e desandei a escrever. E fui. Escrevi o primeiro volume de uma série que acabou na gaveta por considerar mais importante outros enredos. Continuei. Em 2o11, fui encorajado por uma professora-amiga a continuar uma redação a fim de transformá-la em algo maior. Eu achei interessante a ideia. E fiz. Então, surgiu o primeiro livro publicado, em 2o12: O Lavrador e o Plebeu. A felicidade foi imensa, sabe? Era o primeiro de alguns que viriam e virão, pois não podemos parar – sonhos alimentam a vida. Em 2o12 mesmo terminei O Epitáfio e em 2013 ele foi lançado pela Editora Penalux.

10171237_654004661338137_7895348286880125418_n

735472_594472603944326_1744797615_o
NA TV Brasil, durante a FLAP 2013. Veja!

Desde então, tenho realizado conversas, diálogos, rodas de conversa e palestras sobre literatura e questões sociais – você pode conferir esse conteúdo aqui. Claro: um ponto essencial sobre a literatura é a possibilidade de disseminar questionamentos, curiosidades e problemáticas sobre a realidade, de forma didática, literária e dinâmica. Este tem sido um desafio permanente e revigorante. Desta forma, dialogar é o fio condutor para dar vasão à literatura enquanto práxis – união de teoria e prática em conjunto para fazer ação. Afinal, literatura alheia à realidade e avessa à transformação é instrumento de preservação das atrocidades dos nossos tempos. É uma união de papéis sem vida.

15380846_1345450728860190_3437892273662044968_n
Entrevista na Revista da Cultura (Dezembro de 2012)

Pois bem, alguns livros que escrevi foram publicados, outros estão guardados e alguns aguardando uma oportunidade para a publicação.

correio-braziliense
Para saber mais, clique.

 

Anúncios